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 Chronicles of the Soul

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Uchiha Sasuke
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MensagemAssunto: Chronicles of the Soul   Sab Nov 03, 2007 12:01 pm


Antes, uma explicação sobre esta fic. Ela é diferente num ponto: aqui, vcs tomam decisoes para a história tomar seu próprio caminho. Alguém lembra do Você Decide da globo? Pronto! Já temos um início. Outra coisa: a história é violenta e pode haver gente contra, mas antes eu que vocês. Eu escrevi essa história chorando ( isso é tão sério que assutei meus pais.)

Parte 1

Salve Eliza!! Salve a mais bela Rainha deste reino!! Salve a bondosa e justa rainha Eliza!! Salve, Salve!!
Eliza acorda. Não a Eliza de seus sonhos, mas a Eliza real e humilde, que sempre apanha da mãe mesmo sem motivos e sofre abusos de seu primo pervertido.
- Já acordou, sua inútil? – Ela escuta a voz de sua mãe.
- Já! – Ela diz, esfregando os olhos.
- Então tá esperando o que pra descer? Que eu vá até aí e lhe de uma boa surra?
- Já estou indo. – Ela veste uma roupa remendada e desce, já imaginando o que lhe espera.
- Demorou demais! – ela lhe dá um tapa.
- Desculpa! – Ela se senta, apalpando sua bochechinha já vermelha, na mesa onde no prato só tinha um pão miúdo e água, enquanto no prato da mãe se via ovos, queijo, presunto, pães, doces, etc.
- O que foi? Acha que tem direito de olhar pro meu prato sua imprestável? – E ela pega nos cabelos de Eliza e a derruba no chão, arrancando alguns fios. Ela ia pegar o pão de Eliza, mas alguém bate na porta. – Quem é?
- O padeiro, dona Margareth. – A voz do lado de fora diz.
Dona Margareth se afasta para abrir a porta, e Eliza se levanta e engole seu pão sem que ela a veja, derramando algumas lágrimas.
- Diga, seu Igor. – Dona Margareth diz, toda manhosa.
- Dona Margareth, a senhora me deve muito e gostaria de saber se a senhora pode pagar, pois eu também tenho que me sustentar.
É obvio que Dona Margareth não gostou nem um pouco.
- Isto aí na sua mão é... de Eliza?- Ele pergunta, com um ar de raiva.
- Sim, por quê? – Ela pergunta debochando.
- Como à senhora tem coragem de bater em sua filha? Ela só tem 6 anos de idade! – Dona Margareth percebe que ele podia explodir ali e causar um tumulto.
- É claro que sim, ela é minha e eu faço o que quero com ela! – Ela diz, friamente.
- Se o rei souber disso... – Ele para ao vê-la sorrindo.
- Ah! Como eu gostaria que ele soubesse! Aí eu teria de contar sobre “O Pão” também.
- Não, por favor! – Ele logo sai, deixando dona Margareth rindo.
- E você, sua idiota! – Ela diz pra Eliza. – Vá trabalhar agora!
A história do pão é bem simples, mas o culpado não é o padeiro e sim a própria dona Margareth, que colocara uma barata num pão que ela iria comprar e foi uma confusão. Mas tudo acabou em segredo entre os dois. Eliza sabia disso, e pensava numa maneira de ajudar o padeiro enquanto carregava tijolos. Sim, Eliza carrega tijolos junto com os homens que trabalhavam ali até as 21 da noite só podendo sair por 30 segundos. É claro que os companheiros dela à ajudam trazendo comida e bebida e eles trabalhavam enquanto ela estava escondida do “Observador” que era um homem franzino, mas que no fundo permitia que ela se escondesse e fingia acreditar nos homens quando perguntava dela. Ele ainda dava mais comida e também carregava os tijolos que ela não conseguia, depois de acabar o turno.
Foi então que um dia, o Rei que estava passando ali do lado, viu Eliza carregando um tijolo e decidiu resolver essa situação. O observador, vendo a presença do Rei, sai em busca do dono, que vem num estante. Enquanto os homens, seguindo uma regra, escondiam Eliza.
- Meu Rei! O que traz Vossa Majestade aqui?
- Cadê a menina que eu vi carregando tijolos? – Ele pergunta rispidamente.
- Não senhor, não possui nenhuma menina trabalhando aqui. Eu tenho certeza. – O dono diz, mostrando uma falsa preocupação
- Você então está dizendo que eu vi errado? – O Rei reflete um pouco, pensando se teria sido um engano até ouvir...
- Tem sim, senhor. – Um dos Trabalhadores dá um passo e trazendo com ele a menina que o rei vira.
- Mas, ora. De onde você saiu, menina. – Diz o dono.
- Senhor, este homem a obriga a trabalhar sem remuneração. – Outro diz. - Nós não gostamos nem um pouco disso e sempre que podemos, trazemos comida e bebida.
O Rei se ajoelha e pergunta a menina:
- Isso é verdade, mocinha? – Ele a observa por a mãozinha na bochechinha.
- Sim. Minha mãe também não me dá muita coisa. Só pão com água. – Ela diz baixinho.
- Mas que...- Ele ficou sem ação – Vou mandar prender essa mulher que sequer toma conta direito de sua filha.
- Não! – Eliza segura o manto do Rei, pra desespero do dono.
- Menina ingrata! Robson, castigue ela agora! – Ele manda, dando boas risadas
O observador, dá uns dois passos em direção a Eliza, olha pra ela e sorri. Para susto dos trabalhadores, ele se vira pro dono e diz:
- Sinto muito senhor, mas quando o senhor me contratou, eu só podia castigá-los se estivessem trabalhando. Mas como não estão, essa ordem não é válida.
- O... QUÊ? – O dono diz, assustado com o que o Robson diz.
- Menina, a sua mãe e esse cara machucaram você muito. Deixe-me ajudá-la. – O Rei observa que ela soltava seu manto.
- Não. Minha mãe é boa. Ela só expressa seu amor de forma errada. Por isso eu a entendo. Por favor! Isso não é bom pra o Senhor. – Eliza diz, sorrindo
- Menina, como você consegue sorrir nessa situação? – O Rei pergunta admirado.
- É fácil! Porque eu tenho meus amigos comigo.
Emocionado, o Rei tem uma decisão a tomar: Ou ele deixa ela assim, ou pede a adoção dela.

E então: O rei adota ela ou não?
Você escolhe o final.

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Mirok Endless Emperor

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MensagemAssunto: Re: Chronicles of the Soul   Ter Nov 06, 2007 11:08 am

Eu acho q o Rei não deve adota-la, mas ajuda-la de alguma forma. Eu acho q a adoção deve ser mais pro final.^^
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Kyon Yuuichi

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MensagemAssunto: Re: Chronicles of the Soul   Ter Nov 06, 2007 5:39 pm

humm se vc me permiti e claro
irei adaptar ela para uma quest aki oks?
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MensagemAssunto: Re: Chronicles of the Soul   

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